A Justiça de São Paulo determinou que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) recolha, em uma conta judicial, parte da premiação milionária ganha pelo Atlético-MG com as conquistas do Brasileirão e da Copa do Brasil de 2021. O motivo é uma dívida de cerca de R$ 1,4 milhão com o agente André Cury, pela compra do atacante Franco Di Santo, em 2019.
A decisão é do juiz Carlos Aleksander Goldman, da 39ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo, e foi juntada aos autos do processo de execução nessa terça-feira (4). Esta é apenas uma das cerca de 24 ações que o empresário move contra o Atlético, envolvendo 16 atletas e o técnico Rafael Dudamel. Hoje, no cálculo de Cury, a dívida bate a casa dos R$ 52 milhões.
O valor a ser recolhido no caso em questão, envolvendo Di Santo, é de R$ 1.441.337,56,p ela da cessão de créditos feita pelo atacante à empresa de Cury, Link Assessoria, quando o argentino foi contratado pelo Galo. O Atlético foi condenado a pagar o débito em primeira instância, mas questiona os valores e o processo segue correndo na Justiça.
Recentemente, no dia 15 de dezembro, o Atlético teve julgado improcedente seus embargos à execução, que ajuizou para se defender no caso.