Uma pesquisa nacional conduzida pela Ipsos em 2026, em parceria com a inDrive, plataforma global de mobilidade e entregas, indica que 84% dos brasileiros se sentem mais seguros quando podem escolher com quem viajam em corridas de aplicativo. O dado aponta uma mudança importante no que os usuários de aplicativos de mobilidade consideram segurança: não apenas recursos acionados durante incidentes ou emergências, mas também acesso a informações sobre o veículo ou o motorista parceiro antes do embarque. Para os motoristas parceiros que trabalham em Curitiba — cidade que passou a liderar o ranking nacional de horas perdidas no trânsito, com 135 horas por ano nos horários de pico, segundo o ILOS —, essa lógica se traduz em funcionalidades concretas: antes de aceitar uma corrida, é possível consultar destino, perfil do passageiro, rota e preço proposto.
Na prática, a decisão começa ainda antes da corrida ser aceita. Na inDrive, o aplicativo exibe nome, foto de perfil e avaliações do passageiro, além de destino e rota. O valor também aparece nesse momento — e pode ser negociado: o motorista parceiro pode aceitar a oferta ou fazer uma contraproposta antes de confirmar o serviço. Um modelo “pessoa a pessoa” que trabalha não só a intermediação e os preços justos para ambas as pontas, mas também total transparência e segurança, claro.
"Na inDrive, a segurança começa antes da viagem. Quando os usuários têm acesso às informações necessárias para decidir com quem desejam viajar e quanto querem pagar, cria-se uma camada adicional de confiança que ajuda a prevenir algumas das situações de risco", afirma Larissa Coutinho, Safety Manager da inDrive no Brasil.
A verificação de identidade do passageiro é feita por meio do CPF e de selfie, além de um sistema que rastreia contas conectadas e bloqueia perfis ligados a dispositivos ou selfies de usuários já banidos por motivos de segurança. O sistema também monitora o feed de solicitações em busca de atividades suspeitas. Durante a corrida, o motorista parceiro tem acesso a recursos como compartilhamento da corrida em tempo real, gravação de áudio, cadastro de contatos de emergência e acionamento da Polícia pelo próprio aplicativo, com suporte disponível 24 horas. Chamadas e mensagens trocadas pela plataforma não expõem o número pessoal e o chat entre usuários é moderado em tempo real para banir conteúdos inapropriados da plataforma. Além disso, a empresa oferece assistência psicológica gratuita e seguro contra acidentes pessoais em casos específicos ocorridos durante viagens intermediadas pela plataforma, ampliando o cuidado com todos os seus usuários.
Após o desembarque, o histórico de solicitações e a avaliação do passageiro ficam registrados — o que pode ser relevante em caso de contestações. Se um incidente é reportado, as contas envolvidas podem ser suspensas temporariamente enquanto o caso é apurado. As informações são encaminhadas às autoridades mediante solicitação oficial.
Para Coutinho, o conjunto de recursos reflete uma mudança de abordagem no setor. “Durante muito tempo, segurança em mobilidade urbana foi tratada como resposta reativa a incidentes. O que estamos vendo agora é um deslocamento: as pessoas querem ferramentas que atuem antes do problema acontecer, e isso vale tanto para quem viaja quanto para quem dirige”, afirma. Ela também destaca o papel da transparência na relação entre motoristas parceiros e as plataformas. “Um motorista parceiro que sabe para onde vai, conhece o perfil de quem está solicitando e concorda com o valor antes de partir tem condições de tomar uma decisão mais segura. Não é um benefício secundário — é parte do nosso modelo e do que acreditamos.”
A inDrive também promove uma mobilidade mais segura, além do seu próprio aplicativo. Como Mantenedora Social do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), integra o Conselho da organização e contribui para iniciativas que fortalecem a segurança no trânsito e a proteção de usuários e motoristas parceiros de todo o Brasil. Mais informações sobre segurança na página da plataforma: https://indrive.com/pt-br/safety.
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BRUNA MENESES MONTEIRO
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