Reforma tributária: o que empresários precisam fazer agora
Confira medidas que podem evitar erros fiscais, aumento de custos e problemas financeiros nos próximos anos
Divulgação
A reforma tributária já começou a mudar a rotina de empresas brasileiras e deve exigir adaptação de negócios de todos os tamanhos nos próximos anos. A transição das novas regras começa em 2026 e pode impactar desde emissão de notas até formação de preços, contratos e fluxo de caixa.
A principal mudança envolve a substituição de tributos como ICMS, ISS, PIS e Cofins por novos modelos de cobrança, como CBS e IBS. Para o advogado tributarista Rafael Roveri Molina, de São José do Rio Preto, muitas empresas ainda não perceberam o tamanho da mudança.“Muita gente acha que a reforma vai impactar apenas o valor dos impostos, mas ela também altera processos internos, controle financeiro e a forma como as empresas organizam suas operações”, afirma.
Segundo ele, negócios que deixarem para se adaptar na última hora podem enfrentar mais dificuldade operacional e aumento de custos. A carga tributária brasileira atingiu 32,4% do PIB em 2025, segundo dados do Tesouro Nacional. O Brasil também aparece entre os países com sistema tributário mais complexo do mundo.
Veja o que empresários já podem fazer
1. Revisar o enquadramento tributário
Avaliar se o modelo atual da empresa continua sendo o mais vantajoso pode evitar prejuízos futuros.
2. Organizar melhor o financeiro
Empresas com controles financeiros desorganizados tendem a enfrentar mais dificuldade na adaptação às novas regras.
3. Atualizar sistemas e emissão fiscal
Softwares antigos ou processos muito manuais podem gerar erros e retrabalho.
4. Rever contratos e fornecedores
A reforma pode alterar custos em diferentes etapas da operação e impactar negociações.
5. Acompanhar as novas regulamentações
Parte das regras ainda será definida nos próximos anos, exigindo acompanhamento constante.
“A empresa que começa a se organizar antes ganha tempo para corrigir processos e reduzir riscos durante a transição”, explica Rafael Roveri Molina.
Segundo o advogado tributário, empresas que investirem em organização financeira e integração entre setores fiscal, contábil e administrativo devem enfrentar menos dificuldades ao longo da mudança.
A principal mudança envolve a substituição de tributos como ICMS, ISS, PIS e Cofins por novos modelos de cobrança, como CBS e IBS. Para o advogado tributarista Rafael Roveri Molina, de São José do Rio Preto, muitas empresas ainda não perceberam o tamanho da mudança.“Muita gente acha que a reforma vai impactar apenas o valor dos impostos, mas ela também altera processos internos, controle financeiro e a forma como as empresas organizam suas operações”, afirma.
Segundo ele, negócios que deixarem para se adaptar na última hora podem enfrentar mais dificuldade operacional e aumento de custos. A carga tributária brasileira atingiu 32,4% do PIB em 2025, segundo dados do Tesouro Nacional. O Brasil também aparece entre os países com sistema tributário mais complexo do mundo.
Veja o que empresários já podem fazer
1. Revisar o enquadramento tributário
Avaliar se o modelo atual da empresa continua sendo o mais vantajoso pode evitar prejuízos futuros.
2. Organizar melhor o financeiro
Empresas com controles financeiros desorganizados tendem a enfrentar mais dificuldade na adaptação às novas regras.
3. Atualizar sistemas e emissão fiscal
Softwares antigos ou processos muito manuais podem gerar erros e retrabalho.
4. Rever contratos e fornecedores
A reforma pode alterar custos em diferentes etapas da operação e impactar negociações.
5. Acompanhar as novas regulamentações
Parte das regras ainda será definida nos próximos anos, exigindo acompanhamento constante.
“A empresa que começa a se organizar antes ganha tempo para corrigir processos e reduzir riscos durante a transição”, explica Rafael Roveri Molina.
Segundo o advogado tributário, empresas que investirem em organização financeira e integração entre setores fiscal, contábil e administrativo devem enfrentar menos dificuldades ao longo da mudança.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): Henrique Fernandes
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